quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

METROPOLITANO



Parece que o Clube Atlético Metropolitano, de Blumenau, encontrou seu caminho no campeonato catarinense de 2009. Depois de vencer o Marcílio Dias, em Itajaí, por três a zero, ontem, venceu a Chapecoense por 2 a 1 no Sesi.
Temos que criticar a diretoria quando erra, mas também temos que parabenizar quando acerta.
E desde a semana passada ela vem acertando. Primeiro em manter o técnico Barbieri no cargo. Depois por trazer reforços para o time que fizeram a diferença nos dois últimos jogos.
Mas o mais importante foi quando definiu o ingresso a R$ 15,00, que foi um dos fatores importantes para que o torcedor fosse ao Sesi. Estiveram lá aproximadamente 4 mil torcedores que foram fundamentais para a vitória contra o time de Chapecó.
O único problema que surge no verdão de Blumenau são as duas possibilidades do técnico de trocar Blumenau pelo interior paulista.
É que tanto o Guarani de Campinas quanto o Santo André, de Santo André/SP, estão interessados no trabalho de Barbieri. E como é quase impossível competir com estas equipes por causa da faixa salarial e também porque elas têm o calendário preenchido até o fim do ano, fica difícil, se as propostas vierem, de manter Barbieri em Blumenau.
Mas como isso é assunto para ser resolvido na hora certa, vamos curtir o bom momento.

PRIVILEGIADA

A Escola Barão do Rio Branco, de Blumenau, é a única da cidade que oferece três línguas estrangeiras para seus alunos: uma obrigatória e a segundo o aluno pode escolher entre Alemão ou Espanhol.
Mas o ponto mais importante do educandário é que o Barão é uma das 500 escolas de todo o mundo que tem um acordo com o governo alemão para intercâmbio de alunos.
Quem estuda lá tem a possibilidade de ganhar uma bolsa de estudos, no recesso escolar, para ir aperfeiçoar a língua alemã na Alemanha com parte das despesas custeadas pelo governo alemão.
E a partir deste ano a escola Barão do Rio Branco vai abrir cursos técnicos e de idiomas para os que já estudam na escola, para os pais de alunos e para alunos de outras escolas, com a intenção de, no futuro próximo, criar cursos em nível superior, se tornando uma das melhores instituições de ensino de Santa Catarina.
É uma pena que esse nível de educação é restrito a aqueles que podem pagar.

REFORMA TRIBUTÁRIA 1


Os líderes de partidos voltam a se reunir na última quarta-feira com o relator da reforma tributária, deputado Sandro Mabel (PR-GO). A base governista está disposta a votar a matéria no Plenário da Câmara em março, mas ainda há resistências da oposição.
O PSDB quer que o relator apresente simulações do impacto da reforma nos estados ano a ano, até 2021. Segundo o vice-líder, Duarte Nogueira (SP), os dados apresentados na última reunião sobre o tema foram insuficientes porque não estavam detalhados.
O relator Sandro Mabel alega que não dispõe dos dados exigidos pelo PSDB e que apenas o Conselho Nacional de Política Fazendária, que reúne os secretários estaduais de Fazenda, poderia ter essas informações.
O líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), avalia que a reforma é boa para a economia brasileira e espera que a oposição não obstrua a votação da matéria.

REFORMA TRIBUTÁRIA 2



O líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP), disse que o partido desistiu de aperfeiçoar o substitutivo do deputado Sandro Mabel (PR-GO) para a proposta de reforma tributária Segundo o líder do PT, Cândido Vaccarezza (SP), o partido vai buscar entendimentos com a oposição para ajustar o texto de Mabel. O líder governista admite que a mais nova versão da reforma tributária está desatualizada porque foi produzida antes de a crise financeira internacional chegar com força ao Brasil. Vaccarezza revelou que o próprio PT teve algumas demandas que não foram acatadas pelo relator.
Na opinião do vice-líder da Minoria, Deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), o substitutivo de Sandro Mabel, aprovado em comissão especial no fim do ano passado, não resolve um problema crucial, que é aliviar a carga tributária.
José Aníbal, do PSDB, acredita que um erro básico dos formuladores da reforma tributária foi desenhar um texto para punir o estado de São Paulo.
O tucano afirmou que não têm razão os que argumentam que o PSDB está obstruindo a reforma tributária para salvaguardar os interesses do governo de São Paulo.


Sérgio Eduardo de Oliveira – 26/02/2009



Um comentário:

  1. É verdade que o mundo da bola é o mundo da grana. Mas os técnicos de futebol tem que reconhecer, também, que quando estão desempregados ou a campanha é ruim, a diretoria os chama ou os banca, aposta neles. Então, na hora em que recebe propostas outras, deveria pesar isso também.

    Senão vira Sérgio Ramirez, o traíra.

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