quinta-feira, 26 de novembro de 2009

ATÉ MARÇO

O Ministro Guido Mantega, da Fazenda, anunciou ontem que não haverá incidência de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) para o setor de móveis até 31 de março de 2010. A reivindicação da indústria moveleira foi levada ao Ministério da Fazenda pela Senadora Ideli Salvatti (PT). De acordo com o ministro, a medida do Governo Federal determina que a alíquota de 10% caia para zero e beneficiará além dos móveis produzidos com madeira, aqueles que são fabricados com plástico, aço e ratan. Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul são os maiores produtores de móveis do país. Segundo a Senadora, a medida irá aquecer a economia da Região Sul e vai gerar novos empregos, principalmente no Planalto Norte, Serrano e no Oeste de Santa Catarina.
Mantega também anunciou que a prorrogação do IPI menor para os materiais de construção foi estendida até junho de 2012. A medida vale para os principais itens do setor. Entre eles: cimentos, tintas, vernizes, argamassas, banheiros, boxes, ladrilhos, revestimentos e vergalhões.
Em tempos de eleição, vale tudo para cativar o eleitor.

RECEBI 1

Recebi uma mensagem da minha amiga jornalista Ilze Moreira, de Joinville, e sou obrigado a compartilhar com todos os leitores do Blog do NEURôNIO. Até porque, por tudo que estamos vendo nos últimos anos, vale a pena repensar tudo que fizemos e que queremos fazer daqui para frente.

É Tempo!
Sim, existe tempo para todas as coisas e é chegado o tempo de nos confraternizarmos para agradecer a DEUS por mais um que está no fim e por um Natal que chega.Não vamos nos preocupar tanto com o que devemos ou iremos ter que comprar, fazer ou acontecer. Vamos nos preparar para fazer algo importante para Deus, como por exemplo, nos aproximar mais dele e assim estaremos com o coração mais aberto e sensível para nos doar as pessoas, as causas, aos doentes, os necessitados. Isso sim vale a pena, as demais coisas, são passageiras, nada permanece, tudo passa e vai embora. O que fica são as boas obras e a nossa fé em Deus.
Feliz Natal,
Feliz Ano Novo,
Feliz atitude de olhar para cima e dizer: Deus, obrigado por tudo.

RECEBI 2

Recebi o seguinte comentário do Assessor de Comunicação da Fundação de desportos de Blumenau, Giovani Vitória, por conta da nota que publiquei ontem sobre os Jogos Abertos. Segue na íntegra.
“Infeliz a colocação do blogueiro para definir a atual situação do esporte amador de Blumenau. Esqueceu de mencionar o extraordinário trabalho na revelação de novos talentos esportivos, com seu Programa de Iniciação Esportiva. Optamos por manter uma base com pratas da casa, ao invés de importar ”chineses". Qual é o preço dessa conquista. Com uma hegemonia de 39 conquistas em 49 edições de JASC, 12 Joguinhos em 21 edições da competição, o trabalho de Blumenau só pode ser questionado quando alguém alcançar esse feito. Do contrário, sugiro aos articulistas que venham conhecer in loco o trabalho desenvolvido pela FMD antes de tecer qualquer comentário”.

COMENTANDO

Concordo que ao longo dos anos Blumenau conquistou a maioria dos títulos do Jasc e dos Joguinhos Abertos de SC. Mas lembro ao Giovani que essas conquistas não vieram por conta de cortes no orçamento da FMD e nem pelo desleixo das administrações dos dois últimos prefeitos de Blumenau.
Antes de articulista, era atleta da antiga CME e sei muito bem o que é disputar um Joguinhos Abertos com e sem investimentos.
O grande problema é que só leva a sério o esporte amador dessa cidade aquelas pessoas que realmente sabem o quanto vale ganhar um título do Jasc. As cidades que contrataram “chineses”, como mencionou o Giovani, não descumpriram a regra e nem desmotivaram os atletas da base. Pelo contrário, trouxeram pessoas que servirão de exemplo para aqueles atletas que um dia almejam chegar aonde esses “chineses” já chegaram.
E só para lembrar ao Giovani que Blumenau também, em outras épocas, já contratou “chineses” para vencer algumas modalidades no Jasc e também nos Joguinhos Abertos.

FRASE

“A política é a arte de tirar dinheiro de ricos e pobres com a promessa de proteger ambos um do outro”.





Sérgio Eduardo de Oliveira – 26/11/2009

3 comentários:

  1. Desculpe a insistência em minha tese. Como conhecedor do assunto, a derrota nos JASC deste ano nada tem haver com qualquer tipo de "desleixo" ou cortes efetuados pela atual administração.
    Desleixo era ver o Galegão naquela situação de abandono que estava até o ano passado.
    Bem dito: Blumenau já contratou "chineses". Isso é coisa do passado. Deitou-se em berço explendido, as vitórias esconderam as fragilidades.
    Estamos arrumando a casa que até o início de 2005 estava fadada a sumir. A começar pelo trabalho de base, resgatado com o Programa de Inciação Esportiva. E agora, numa história mais recente, resgantando a infraestrutura física. Infelizmente, a catásfrofe de novembro atrapalhou nosso planejamento.
    Tem gente que opina pensando apenas no passado. Os tempos são outros. O esporte precisa ser visto como uma ferramenta de negócio. Ninguém mais patrocina por patrocina. É business to business. É para essa caminho que devemos trilhar.

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  2. Se a base sumiu, os "importados" em nada contribuiram no passado. Fizeram o que fizeram neste ano. Pegaram sua grana, jogaram e voltaram para as cidades de origem. Vou tomar como exemplo times de alto rendimento de SC com destaque nacional. Sequer foram representados por suas equipes sub-20 nos JASC. Motivo: só pensam em equipes de ponta e esquecem do investimento na base. Não tinham equipe para representar suas cidades.

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  3. Blumenau ganhou 39 dos 49 Jasc e ficou em segundo na última competição. Parabéns para Blumenau. Só um idiota acha que é possível ganhar sempre e aqui não tem nenhum idiota. Portanto, parabéns a Blumenau novamente.

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