segunda-feira, 31 de outubro de 2016



RESULTADOS EM SC

Florianópolis
Gean Loureiro (PMDB) – 111.943 (50,26%)
Ângela Amin (PP) – 110.790 (49,74%)
Brancos – 10.358 (3,91%)
Nulos – 31.988 (12,07%)
Votos Válidos – 222.733 (84,03%)

Blumenau
Napoleão Bernardes (PSDB) – 104.535 (57,56%)
Jean Kuhlmann (PSD) – 77.073 (42,44%)
Brancos – 5.534 (2,72%)
Nulos – 16.302 (8,01%)
Votos Válidos – 181.608 (89,27%)

Joinville
Udo Dohler (PMDB) – 171.217 (50,60%)
Darci de Matos (PSD) – 136.702 (44,40)
Brancos – 7.340 (2,20%)
Nulos – 18.113 (5,43%)
Votos Válidos – 307.919 (92,36%)

ANÁLISES

Florianópolis nunca tinha visto uma eleição tão disputada. Houve choro e comemoração de ambos os lados, mas no fim Gean Loureiro levou por 0,52%, isso dá 1153 votos. A virada aconteceu por causa dos votos do sul da ilha, que foram computados por último. Gean Loureiro, depois da segunda tentativa, onde em 2012 perdeu para Cesar Souza Junior e João Amin, filho de Ângela, conseguiu ser prefeito de Florianópolis com um desafio de fazer obras em todos os bairros, conforme suas propostas de campanha, mesmo com um déficit de caixa da Prefeitura de R$ 95 milhões.

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Em Blumenau deu o que todos já imaginavam e previam. Napoleão Bernardes se reelegeu com boa margem de vantagem e sem sustos. Agora a expectativa é que seu segundo mandato seja melhor que o primeiro, pois assuntos como a Ponte do Centro e novos ônibus e nova licitação do transporte público devem sair do papel já em 2017. Mas também tem o prolongamento da Humberto de Campos e a nova Feira Livre que também fazem parte da lista de obras quase garantidas. Provavelmente o calcanhar de Aquiles da administração Napoleão/Mário Hildebrandt deva ser mesmo as vagas em creches e os problemas na saúde, pois o fluxo de caixa está baixo e pode comprometer.



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  Em Joinville o eleitor continua conservador e preferindo não arriscar. Udo Dohler reelegeu-se com uma diferença de 34.515 votos de frente. Apesar das pesquisas darem uma eleição apertada até o fim, Darci de Matos não teve fôlego para acompanhar e Udo continua a sua gestão enfrentando também, como em várias cidades, a falta de dinheiro para tocar a área de saúde, ponto mais crítico da primeira gestão. A principal promesse de Udo Dohler é continuar com a gestão pé no chão, mantendo investimentos e desonerando a máquina pública.



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