segunda-feira, 2 de janeiro de 2017


QUE REI SOU EU?

Eu só digo uma coisa para quem ler esse texto: Calma, essa porra pode dar certo.
Se tu tens um filho que quer ser o que tu nunca ouviu ou se tu és uma pessoa que sempre teve um sonho, mas nunca ninguém te incentivou, deixa acontecer porque pode dar certo. Vai que dá e tu começa a ter a vida que sonhou? Então pelo menos acredita e faz uma força pra dar certo.
Imagina se o pai do Bill Gates, do Steve Jobs, ou mesmo do Willis Carrier e do Thomas Edisson impedissem eles de fazer o que sonhavam, nós teríamos como grandes milionários do mundo o dono da Barça, da fábrica de ventilador e da fábrica de lamparina a querosene.  
No início dos anos 2000 começaram as palestras motivacionais e muito consultor ganhou dinheiro motivando gente “sem motivação”.
Há uns cinco anos começou a febre dos Coaching que com 5% do trabalho nos faz produzir os outros 95% daquilo que queremos.
Na verdade a gente aprendeu a ser preguiçoso, desmotivado e ser aquilo que nos dizem pra ser ou fazer. Esse pessoal todo ganha muito dinheiro porque “a gente que nasceu antes da década de 2000” não foi acostumado a fazer o que vem na cabeça. Mesmo os mais revoltados tiveram que um dia se enquadrarem pra conseguir sobreviver.
Quando eu era criança a Globo sempre colocava uma propaganda mostrando o Prêmio Operário Padrão. Eu achava aquilo muito legal porque mostrava um pessoal que, além de trabalhar bem, cumpria todas as regras da empresa e ainda diziam que eram inovadores, mas nunca soube qual era a inovação.
Eu não acho isso ruim não, até porque todo modelo de profissional é bem vindo e cada pessoa tem que descobrir qual modelo se encaixa melhor na sua vida.
O que eu não gosto é quando insinuam que eu não sou um bom funcionário para o mercado porque eu não me encaixo em algumas regras. Ora, assim como o mercado não é obrigado a me contratar, eu também não posso ser obrigado a aceitar tudo como é.
Mas, obviamente, como todo ser provido antes de 2000, que na sua maioria das vezes é contratado por um ser que também nasceu antes de 2000 e que muitas vezes também teve que se adequar e aceitar o modelo, eu também me adéquo à regra geral.
Mas como ninguém vive aceitando tudo que não gosta sem um dia sentir que a coisa vai sair do controle, eu também to naquele momento em que “ou eu começo a fazer aquilo que me dá felicidade ou eu aceito de vez aquilo que querem que eu seja e sigo em frente”.
Ou mesmo nem uma coisa nem outra ou as duas coisas ao mesmo tempo, que acho que deve ser a primeira opção na hora da mudança.

O importante é a gente saber a hora de fazer e descobrir como fazer. Às vezes a mudança está no meso lugar, às vezes ela tá sendo preparada para acontecer em um novo lugar. Não importa, o importante é se mudar a cada tempo, pois o tempo é curto e a vida foi feita pra ser vivida de uma forma diferente todos os dias.



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